terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

ACAMPANDO EM HOSSEGOR, FRANÇA.











Uma ótima maneira de conhecer o País Basco (área que engloba parte do sul da França e do norte da Espanha) no verão é acampar em um dos muitos campings presentes na região de Hossegor.

A região é uma grande reserva florestal de pínus, e os campings ficam dentro desta reserva e bem próximos a praia (uma caminhada de 10 minutos e você está no mar).

Os campings oferecem toda a infra estrutura, com banheiros limpos, chuveiros e pias. Na área das pias, os viajantes que estão indo embora costumam deixar depositados utensílios (panelas, pratos, talheres, produtos de limpeza, etc) e comida, para o usufruto dos que ficam.
O clima no verão é quente durante o dia, mas bem ameno a noite, por causa da vegetação densa. As vezes faz até um friozinho na madrugada, por isso um bom saco de dormir é essencial, assim como um moleton ou jaqueta leve.
A polícia passa todas as manhãs por volta das 08:00 hrs para cobrar a diária (cerca de 10 euros por cabeça, crianças pequenas não pagam), mas caso você não esteja, não paga. Só vai pagar o dia que eles acharem você na barraca. Para fugir do pagamento cumulativo dos dias que você não pagou (porque você não estava na hora que passaram), é melhor mudar a barraca de lugar a cada 4 ou 5 dias e mudar a cobertura dela, para que pareça a barraca de outra pessoa. Esse é um jeito bem brasileiro de gastar menos com a diária, embora não seja nada ético!
O bom é que você vai encontrar muitas barracas disponíveis depositadas na cerca do camping, que foram deixadas por viajantes que já foram embora, então você pode aproveitar para mudar ou incrementar seu acampamento.

Esses campings costumam ficar uma loucura a noite, com muitas fogueiras acesas, shows pirotécnicos e performáticos, doidões drogados fazendo sandices (o que faz com que a polícia seja chamada de vez em quando), muitos jovens caindo na bebedeira, e muita festa e musica. Talves por isso o maior deles seja chamado de Woodstock.

Pra conseguir dormir tem que estar bem cansado!
Não estranhe se encontrar pessoas nuas vagando pelo acampamento quando você sair da barraca ao amanhecer. Andar semi nú ou pelado por lá é uma atitude normal!
Esses campings são ótimos lugares pra se conhecer gente nova, fazer novos amigos e aprender um pouco de várias línguas, pois são pontos de convergências de viajantes de várias partes da Europa, principalmente do norte e leste, que vão atrás de sol e mar com águas quentes.
Eu aproveitava a muvuca na praia e no camping pra vender biquines e artigos de surf, e assim conseguia fazer um bom dinheiro pra me manter. Mas você tem que fazer esse comércio na surdina, porque não é permitido pela polícia.
Uma maneira boa e barata de conhecer a região é alugando uma bicicleta. As estradas tem ciclovias bem sinalizadas e o ciclista é muito respeitado pelos automóveis. Assim você pode fazer compras de mantimentos em supermercados e visitar lugares mais distantes.

Para viagens um pouco mais longas, é melhor alugar uma moto (por cerca de 25 euros).

Se a intenção é fazer um rancho para ficar acampado bastante tempo, a dica é fazer as compras em grandes redes de supermercados em cidades da Espanha próximas a fronteira, como Irun e San Sebastian (cerca de 80 Km ao sul de Hossegor), onde tudo é mais barato que na França.
A praia na região de Hossegor tem topografia bem inclinada por causa da grande variação de maré (perto de 4 metros), o que faz com que os piers que aparecem na orla fiquem totalmente fora d'água na maré seca, dando a impressão de que foram destruído por alguma ressaca.

A praia fica tomada grupos familiares em férias, jovens mochileiros e surfistas. É comum ver pessoas pegando sol totalmente peladas (costume normal nessa região da França), as vezes várias gerações de uma mesma família, e é muito reprovável ficar olhando de forma acintosa. Embora as vezes seja difícil não dar uma espiadinha aquela gatinha nua lendo um livro despreocupadamente, procure ser o mais discreto possível, para não passar por tarado e arranjar para sua cabeça.

Na região de dunas próximas a praia você encontra muitas casamatas de concreto na forma de iglus, vestígios da 2ª guerra, e que hoje servem de abrigo pra alguns mochileiros mais jogados. Mas dizem que muitas destas casamatas são mal assombradas. Eu não duvido!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Como conhecer a Europa gastando pouco. Parte I















Se você quer conhecer a Europa gastando pouco, o que é quase uma contradição, vou dar algumas dicas.

Pesquise a localização de albergues, campings e demais acomodações econômicas com antecedência, pela internet ou indicação de amigos viajantes e faça o seu roteiro. É bom lembrar que no verão a costa européia (tanto no Atlântico, quanto no Mediterrâneo e Adriático) fica muito concorrida e cara, por isso, nessa época é mais barato ir para as regiões central e leste.

Mas mesmo nas regiões costeiras você encontra campings com boa estrutura e baratos, como em Hossegor, no sul da França e em Piniche em Portugal, por isso uma boa barraca é fundamental.

Se você vai num grupo pequeno de até 3 pessoas, pode optar por comprar um carro barato (até 1.500 euros) em Portugal ou na Espanha, onde os carros são mais baratos e seguir viagem nele. Depois você vende no mesmo lugar que comprou quase pelo mesmo preço.

As estradas européias são muito boas, embora os pedágios não sejam baratos, mas há campings junto a elas (indicados por uma placa com um P grande ou com uma cabaninha desenhada). Os campings custam em média 10,00 euros por cabeça (o que é bem mais barato que uma acomodação tradicional), mas você pode acampar também em algum local mais escondidinho nas margens de uma estrada secundária, sem pagar nada. Não esqueça de comprar um mapa das estradas de cada país a ser visitado. O carro te dá a liberdade de escolher um bom lugar para acampar de graça, em local próximo a rios ou lagos (para um banho refrescante) e na hora mais apropriada para não ter problema com a polícia (que dependendo do local escolhido pode dar uma multa pesada). Acampar no final de tarde e sair cedinho é o mais recomendado!

O ideal é comprar os mantimentos em grandes supermercados (como da rede LIDLE ou CARREFOUR) na Espanha e em Portugal (onde a comida é mais barata).

Para quem vai viajar sozinho ou no inverno (quando o frio é congelante), opte por comprar passagens de trem que dão direito a conhecer vários países e cuja viagem seja a noite (assim você dorme no trem e não gasta com hostedagem), mas vai perder a vista das paisagens. Há pacotes de viagens de trem com destinos variados (tipo round trip), oferecidos na estações de Madri, Paris, Hamsterdã e outros grandes centros culturais.

Caso você escolha viajar durante o dia, pode pernoitar nas estações de trem (geralmente as estações são locais seguros, com calefação, banheiros limpos e chuveiro). Quando já estiver cansado do desconforto de dormir em estações, opte por viajar em cabine (pagando a diferença).

O melhor é escolher viajar na meia estação, como outono e primavera, quando os preços das acomodações estão melhores, há mais opções e o clima é mais ameno.

Comer barato na Europa é um problema. Ou você fica nos sandubas tipo Mcdonald's ou baguete, ou vai pagar muito caro por um PF malhado. Lembrando que na maioria dos campings (principalmente na região oeste) você vai encontrar grelhas, panelas, talheres, material de limpeza e até algum alimento deixado pelos viajantes que já foram embora e que ficam disponíveis no local onde ficam as pias.

Há campings, como em Hossegor, em que até barracas ficam disponíveis na cerca para quem quiser usar e que foram deixadas por outros viajantes.

Nas cidades, o serviço de táxi costuma ser caro, então só use em emergências ou quando estiver atrasado. Comprar tickets de metrô tipo round trip são a melhor opção.

Eu acho que uma boa pernada pela região central das cidades visitadas é uma ótima maneira de conhecer bem a dinâmica e cultura do povo local e ficar bem cansado para uma boa noite de sono.

É bom lembrar que o leste europeu ainda tem problemas econômicos e é uma região com maior índice de criminalidade, por isso, quando estiver por lá, procure não andar a noite e se recolher mais sedo.



sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Vale o alerta.






Vocês leitores que procuram nesse blog por informações de roteiros e dicas de viagens, podem estar se perguntando porque eu passei a escrever estes textos de alerta nas ultimas postagens, mas é que há uma relação direta entre o quanto somos saudáveis, ecologicamente conscientes e socialmente justos, e a impressão que deixamos nas pessoas durante nossas viagens.

Já cansei de ver e passar por situações desagradáveis causadas por viajantes inconvenientes, despreparados e mal educados.

Eu fico profundamente constrangido quando vejo um brasileiro fazendo presepada e bandalheira enquanto viaja, e deixando aquela péssima impressão nos nativos do local visitado.

É claro que uma sucessão de episódios assim vai tornando nossa imagem desgastada ao ponto de sermos discriminados em vários países, tachados de ladrões, brigões, desonestos, arruaceiros, depravados e por aí a fora.

E passa a ser uma missão árdua "limpar a ficha" de ser brasileiro quando tem tantos que não se importam nem um pouco com a imagem que vão deixar na população local.

Vez por outra estoura uma "revolta" ou "caçada" aos brasileiros, como já aconteceu no Hawaii, na Gold Coast Australiana, na Espanha, em Portugal e na Califórnia (só pra citar algumas!).

Então cabe a mim e aos outros "macacos velhos" (mas não muito!) da estrada, alertar outros viajantes quanto aos cuidados que devem ser tomados em relação a sua saúde, relação com o meio ambiente e com as outras pessoas.

Educação e caldo de galinha não fazem mal a ninguém!

E alertar e informar outros viajantes é obrigação e faz parte da etiqueta de quem quer botar o pé na estrada.

O consumo de moderadores de apetite está deixando as mulheres loucas!

Infelizmente esta é uma constatação que venho tendo ao longo do tempo, observando a mudança comportamental e o desequilíbrio emocional e psicológico em muitas mulheres de meu circulo familiar e de amizade. E fico cada vez mais impressionado com a estreita relação entre o consumo dos moderadores de apetite e as mudanças comportamentais e emocionais que as mulheres que os consomem adquirem.
Hoje, quando algum conhecido me comenta sobre alguma amiga (já que afeta principalmente as mulheres e não tenho conhecimento do mesmo efeito sobre os homens) que está apresentando problemas psicológicos (tipo Sindrome do Pânico, Transtorno Bipolar, Isteria, um quadro de TPM grave e duradoura, etc), já pergunto se ela tomou moderador de apetite e por quanto tempo. E na maioria esmagadora das vezes a resposta é afirmativa, e quanto maior o tempo de consumo do medicamento, mais grave o quadro apresentado!
Ainda não me dei ao trabalho de procurar minuciosamente por artigos médicos e científicos que abordam o tema, mas minha constatação como biólogo com experiência em estudos científicos é que a relação moderadores de apetite/desequilíbrio psicológico é direta, e já deveria ter soado o alarme dos órgãos de saúde dos governos.
Tá certo que estes medicamentos geralmente tem tarja preta, precisa-se de receita médica para adquirí-los e tem uma bula cheia de alertas quanto aos possíveis efeitos colaterais, mas nada que chegue a assustar uma possível consumidora do medicamento.
Talvez falte conhecimento ou interesse da classe médica em fazer, durante a consulta, um alerta mais veemente dos riscos do consumo desse tipo de medicamento por parte das pacientes.
A gente sabe que o lobby das empresas de medicamento é muito forte, a ponto de me fazer pensar muito antes de escrever sobre esse tema, e temer por alguma repercussão, mas minha consciência falou mais alto e uma das coisas que me deixa mais triste em minha vida é ver quantas mulheres estão perdendo a felicidade de viver e deixando de ser pessoas doces, se tornando amargas e desequilibradas.
Então amigo leitor, quando alguem lhe comentar sobre distúrbios psicológicos apresentados por alguma conhecida, pergunte sobre o possível consumo de moderadores de apetite por parte dela. Você pode passar a ser mais um com o conhecimento sobre os perigos do consumo deste tipo de medicamento.
Pessoalmente eu prefiro uma mulher gordinha e feliz do que uma pseudo magra desequilibrada, rabujenta e amargurada!
Não deixe quem você ama consumir esta "droga" (em todos os sentidos da palavra).
O bom da vida é vive-la feliz!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

A epidemia de alergias.

Nesses tempos modernos, onde somos cercados por artificialidades por toda parte, é até difícil identificar possíveis causadores de alergias.
Na minha infância, e não faz tanto tempo assim, era raro encontrar alguma criança com Dermatite, e atualmente é muito comum, com uma constância que vai aumentando com o passar do tempo.
Mas parece que o aumento expressivo nos casos de alergias, principalmente Dermatite Atópica, sobretudo em crianças, está relacionado com a ingestão de substâncias artificiais incorporadas aos alimentos, como corantes, conservantes, saborizantes, acidulantes, e vários outros desses algumacoisantes, e inclusive, alergia ao material que reveste a parede interna de muitas embalagens.
O fato da gestante abolir alimentos com esses ingredientes em sua dieta durante a gestação, não impede que a criança desenvolva alergia a estes produtos, e pode até colaborar para o aparecimento do processo alergênico na criança.
É claro que não podemos generalizar, nem descartar fatores genéticos nem outros fatores ambientais no processo que desencadeia a Dermatite Atópica e outros tipos de alergia.
Como já foi falado, o mundo hoje está envolto por uma aura de poluição, e uma das coisas mais difíceis é descobrir exatamente a(s) substância(s) causadora(s) da alergia, num processo de investigação médica que pode levar anos.
O tratamento geralmente é caro, requer paciência e jogo de cintura para convencer a criança a não comer guloseimas, refrigerantes e demais quitutes impregnados de substâncias proibidas na dieta deles.
Os tratamentos com mais eficácia é a Himunoterapia Ativada, onde o organismo e seu sistema himunológico são levados a "se acostumar" com a presença da substância nociva.
De qualquer maneira, toda essa gama de alergias que estão aflorando em nossa sociedade moderna estão fazendo com que as pessoas passem a prestar mais atenção no que estão consumindo, lendo mais atentamente os rótulos dos alimentos industrializados e dando mais importância e valor aos alimentos orgânicos e naturais.
Então talves estejamos sendo forçados a nos tornar mais "naturebas", por pressão da sociedade industrializada que criamos sem medir as consequências, num processo parecido com o que estamos assistindo com os fenômenos meteorológicos extremos e mudanças climáticas que estão nos levando a repensar a relação que temos com a natureza.
No cerne desses problemas está nossa visão imediatista e inconsequente, ou seja, estamos passando pela adolescência de nossa sociedade. Tomara que vivamos para chegar a maturidade!

A importância das árvores em nosso dia a dia.



























A importância das árvores no equilíbrio dinâmico de nosso planeta você já deve saber desde criancinha, ou pelo menos deveria!

Servem como abrigo e fonte de alimento pra muitos animais, são barreiras para o vento (grandes extensões de florestas podem inclusive diminuir a velocidade dos ventos!), mantém o lençol freático próximo da superfície, diminuem os efeitos da insolação refrescando o ambiente circundante, são fundamentais no ciclo da água, e por aí a fora.

Quanto mais velha a árvore, mais importante ecologicamente, porque ela passa a ser praticamente um mini ecossistema ao longo dos anos, com o desenvolvimento de organismos vegetais e animais associados a ela, numa relação que vai se intensificando ao longo do tempo.

Espécies frutíferas nativas são ainda mais importantes por serem, alem de abrigo, fontes de alimento para espécies animais também nativas, muitas vezes com uma relação muito estreita ou fundamental para o desenvolvimento destes animais.

Então, preservar as espécies frutíferas nativas é importantíssimo pra fauna local, permitindo que essa fauna não precise se deslocar para áreas mais preservadas ou sejam extintas.

Plantas nativas do gênero Ficus (as famosas Figueiras), geralmente alcançam grande porte e são tão importantes ecologicamente que deveriam ser protegidas por lei e tratadas como monumentos naturais. São as espécies vegetais nativas com maior interação com outras espécies vegetais e animais. Como seus frutos (pequenos figos) são alimento para uma ampla variedade de pássaros, esses acabam despejando sobre a Figueira sementes de outras plantas que servem de alimento para estas aves. Essas sementes muitas vezes se desenvolvem nas reentrâncias dos troncos ramificados da Figueira, criando um flora epífita (desenvolvida sobre outra planta) variada, que atrai outras espécies animais, atrás de abrigo e alimento. Essa interação inter específica vai ficando mais complexa ao longo do tempo, tornando a Figueira um verdadeiro mini ecossistema e um dispersor para áreas circundantes de sementes de várias espécies vegetais importantes para a dieta das aves nativas.

Espécies de porte arbustivo como as Pitangueiras se desenvolvem bem em qualquer cantinho, inclusive dentro de vazos grandes. Espécies de porte arbóreo, crescimento lento e frutos pequenos, como Jabuticabeiras, Araçás, Ingazeiros e Guabirobeiras ficam bem em jardins mais amplos.

Há variedades de Maracujazeiros e amoreiras nativas, que por serem plantas trepadeiras, ficam muito bem em cercas e caramanchões e também podem ser plantadas em vazos ou floreiras.

Por favor, antes de cortar fora uma árvore nativa, pense bem! Se ela for frutífera então, melhor não cortar, a não ser que apresente perigo para pessoas ou patrimônios.

Atitudes diárias que diminuem seu impacto no Meio Ambiente.










Há pequenas atitudes que podem diminuir significativamente seu impacto sobre o meio ambiente, e ajudam a mudar nosso padrão de consumo de energia e recursos naturais.
Em vez de acender a luz, abra a janela ou as cortinas, em todos os locais onde for possível utilizar a luz natural!
Use utensílios feitos de material natural, que não liberam nenhuma substância nociva em sua decomposição, como madeira (certificada ou de reflorestamento), palha, bambu, juncus, cerâmica e vidro.
Se for construir, não faça terraplanagem do terreno, opte pelo aproveitamento do relevo e vegetação naturais.
Na arquitetura de sua casa, aproveite ao máximo os recursos naturais disponíveis, como iluminação natural, circulação dos ventos, água da chuva, etc...

Para percorrer pequenas distâncias, vá a pé (ou de bike se não for perigoso). É até mais saudável!

Reserve um espaço de sua casa, apartamento, quintal, varanda ou pátio do condomínio para o plantio de frutíferas e temperos. Você vai se surpreender com a safra, além disso, mexer com a terra ser um ótimo relaxante! Há várias técnicas e espécies de plantas próprias para cultivo em ambientes pequenos.

Evite impermeabilizar o solo com concreto, prefira grama, pedrisco ou lajotas.

Minimize seu consumo e maximize o reuso.